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Por Carlos Henrique Fioravanti* Um estudo da Universidade de Oxford sobre a cobertura jornalística sobre mudanças climáticas em seis países indica que jornais do Brasil, França, Índia e China têm dado menos espaço aos céticos das mudanças climáticas que a imprensa no Reino Unido e nos Estados Unidos.
Este artigo foi publicado originalmente aqui por Mike Shanahan. A seguinte coleção é baseada em apresentações preparadas para jornalistas ao redor do mundo, especialmente do sul global. Inclui algumas dicas dos jornalistas Tim Radford e Alex Kirby, que permitiram que suas recomendações fossem incluídas aqui. 1. Conheça a sua audiência: quando você se senta para escrever uma história, há apenas uma pessoa que importa e não é você, nem seu editor, nem a pessoa que você acabou de entrevistar. É o leitor, ou a platéia ou o observador – alguém que provavelmente você nunca irá encontrar. Eles são as pessoas mais importantes do mundo. Esteja familiarizado com o nível de conhecimento que eles possuem sobre mudança climática e sobre as questões que eles mais se preocupam. Na dúvida, considere que seu público não sabe nada sobre o assunto. Mas nunca cometa o erro de considerá-lo ignorante. O erro clássico dos jornalistas é superestimar o conhecimento do público e subestimar sua inteligência.
Este artigo foi publicado originalmente em Estadão de São Paulo
Países desenvolvidos estão longe da transparência no financiamento prometido aos países em desenvolvimento na cúpula climática de Copenhague, em 2009, de acordo com um ranking publicado hoje pelo International Institute for Environment and Development (IIED). Os pesquisadores David Ciplet e J. Timmons Roberts, da Universidade Brown, nos EUA, Martin Stadelmann, do Centro de Estudos Comparativos e Internacionais e Saleemul Huq e Achala Chandani, do Iied, avaliaram o nível de transparência no monitoramento de US$ 30 bilhões de fundos "novos e adicionais" que concordaram em fornecer aos países em desenvolvimento entre 2010 e 2012. A Noruega foi o país mais pontuado, mas com apenas 52% de nível de transparência, e a Nova Zelândia ficou em último, com 26%. Em segundo ficou o Japão, com 50%, e em terceiro, a União Europeia, com 48%. Os autores do ranking dizem que a total falta de transparência dificulta os esforços para monitorar para onde vai o dinheiro e garantir que ele seja gasto de forma responsável. Significa, também, que os países receptores podem ter dificuldades para planejar as suas respostas às mudanças climáticas. Para avaliar a transparência dos financiamentos eles usaram 25 critérios, divididos em três grupos: - A informação disponível é adequada e clara? - Os métodos de medição e alocação de financiamento do clima estão claramente definidos? - Existem dados sobre cada um dos projetos? "Um sistema transparente de informação sobre as finanças climáticas é essencial para nos certificarmos de que os fundos são adequados, previsíveis e utilizados de forma responsável", diz David Ciplet. Os autores do estudo sugerem ao negociadores do clima um registro independente dos financiamentos de iniciativas, incluindo informações sobre os projetos desenvolvidos. BOAS PRÁTICAS Empresas têm manual para gerir biodiversidade O Movimento Empresarial pela Conservação e Uso Sustentável da Biodiversidade (MEB) lança hoje no Itaú Cultural, em São Paulo, o Manual de Gestão de Empresas para a Biodiversidade - Guia Prático de Implementação. O manual faz parte da iniciativa Biodiversidade em Boa Companhia, lançada pelo Ministério para o Meio Ambiente, Preservação da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha em 2008 para conscientizar empresários sobre a importância da biodiversidade. A publicação apresenta métodos e instrumentos já testados por empresas que participam do projeto Biodiversidade em Boa Companhia - ferramentas que podem servir a outras empresas para implementar boas práticas de gestão da diversidade biológica. / KARINA NINNI, com AGÊNCIAS  
Por Ana Karine Pereira* A usina de Belo Monte será construída na bacia do rio Xingu, no estado do Pará. O Xingu é um dos principais afluentes do rio Amazonas e é onde se encontra 14% do potencial hidrelétrico do Brasil. Mais especificamente, o barramento ocorrerá na Volta Grande do Xingu, onde existe uma queda de 96 metros. Belo Monte se localizará próxima a Altamira e da rodovia Transamazônica, numa região caracterizada pela existência de floresta nativa, pecuária e agricultura (Sousa & Reid, 2010).
Por Ana Karine Pereira* A eletricidade possui atualmente um papel de extrema importância na oferta total de energia no Brasil, correspondendo, em 2010, a 17.2% da oferta de energia no país (PDE 2019). A principal fonte de produção de eletricidade é proveniente de usinas hidrelétricas, que foi responsável, em 2005, por 83.4% da geração de eletricidade (Souza, 2008). O grande papel da eletricidade, particularmente da hidroeletricidade, na oferta de energia brasileira é explicado pelo planejamento governamental, que, nas últimas décadas, tem dado ênfase a essa fonte de energia. Apesar do governo ter implementado nas últimas décadas um programa de expansão do número de hidrelétricas, o Brasil utiliza menos de 30% do seu potencial, o que faz com que essa fonte de energia continue sendo prioridade para os planejamentos futuros de expansão da oferta energética nacional. O grande problema é que a maior parte do potencial não explorado se situa na Amazônia, o que tem transformado a região na nova fronteira energética do país.
Quarta, 01 Junho 2011 08:42

Defendendo os Rios da Amazônia (Part 1)

Sexta, 08 Abril 2011 19:20

Marina Silva em Universidade de Brown

Marina Silva fala na Universidade de Brown sobre o desenvolvimento sustentável e mudança climática [vimeo]http://vimeo.com/22145866[/vimeo]
Segunda, 04 Abril 2011 05:54

Projeto Biomas - Brasil

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