Este informe de políticas apresenta diretrizes fundamentais que aportam a este objetivo, e que nasceram de um processo de análise sobre o estado e a qualidade das políticas públicas de mudança climática e desenvolvimento em dez países da região.Sugere-se que as políticas geradas devem ter qualidade na sua elaboração, devem ser implementadas efetivamente, e se deve garantir o fortalecimento institucional, a sensibilização a través da comunicação social e o apoio político e social, para alcançar os objetivos. Tem se observado que a articulação das políticas climáticas integradas às políticas setoriais e macroeconômicas do país é necessária, pois permitirá priorizar a agenda climática e incluir um ponto de vista global e regional. Alem disso, deve se enfatizar a importância de um trabalho conjunto entre instituições públicas e privadas com um foco multinível. Essas recomendações buscam promover a legitimidade, sustentabilidade e um impacto real das políticas.
Publicado em REDD+ @pt-br
Os impactos da mudança de clima na América Latina são cada vez mais alarmantes e afetam em maior parte ao setor agrícola e florestal. Isso gera uma situação de vulnerabilidade econômica, social, ambiental e política na região, pondo em risco a segurança alimentar, a segurança humana e as condições básicas para a redução da pobreza.
Publicado em REDD+ @pt-br
(Os membros da PCL em Lima, outubro de 2012). A Plataforma Climática Lationamerica (PCL) acaba de publicar um relatório sobre o status e a qualidade das políticas públicas de mudanças climáticas e desenvolvimento na América Latina, especificamente em relação à agricultura e florestas. Este relatório é o resultado de uma iniciativa da PCL que elaborou relatórios nacionais sobre o tema em 10 países da região (Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Equador, El Salvador, Paraguai, Peru e Uruguai). Todos os relatórios, tanto regionais como nacionais, estão disponíveis aqui para download.
Publicado em Sociedade Civil
Ainda em teste, o módulo científico Criosfera 1 inicia a transmissão de dados meteorológicos direto da Antártica para o Brasil, mais precisamente para o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Esse é o resultado comemorado pelo trabalho da equipe de 15 pesquisadores brasileiros e 2 chilenos, integrantes da Expedição Criosfera, os quais estão acampados no continente gelado desde o dia 17 de dezembro de 2011.
Cientistas brasileiros inauguram nesta quinta-feira (12) o módulo científico Criosfera 1, em cerimônia a ser realizada às 19 horas em seu acampamento avançado, localizado a 84°S. Este é o primeiro módulo científico brasileiro no interior do continente antártico, pois o país possui apenas uma base na região da península.
Por Paula Ellinger da Fonseca A reforma à principal legislação florestal do Brasil dificultará o cumprimento da meta de redução de emissões assumida pelo país, disse a ex ministra do meio ambiente, Marina Silva, durante a 17º Conferência das Partes (COP) em Durban. A reforma foi aprovada na última terça-feira (06/12) pelo senado brasileiro.
Publicado em Amazônia @pt-br
No período entre 2013 e 2014, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) publicará seu Quinto Relatório de Avaliação. Em 2007, o IPCC compartilhou o Prêmio Nobel da Paz com Al Gore. Apesar de existir algumas controvérsias recentes sobre o IPCC, ele ainda é considerado como a mais respeitável e confiável instituição científica na área de mudanças climáticas. A lista a seguir, que é baseada em informações disponíveis no site do IPCC, fornece o perfil de todos os cientistas latino-americanos e caribenhos envolvidos no Quinto Relatório de Avaliação. A lista está dividida em três grupos de trabalho e inclui o nome, o país e a instituição de cada cientista da região. Na próxima semana, nós publicaremos outro aviso que analisará a lista a partir de um contexto mais amplo, além de explicar qual o significado dela para a pesquisa sobre mudanças climáticas na América Latina e no Caribe.
A América Latina representa um microcosmo nos desafios enfrentados pelas conversações internacionais sobre mudanças climatéricas. A diversidade dos seus países e das suas economias, as disparidades das suas emissões anuais e a sua vulnerabilidade, as suas posições ideológicas, a diversidade de políticas estrangeiras e associação a diversos fóruns regionais e internacionais fazem com que diferentes perspectivas sobre a mudança climatérica seja um lugar-comum.
Sexta, 08 Abril 2011 19:20

Marina Silva em Universidade de Brown

Marina Silva fala na Universidade de Brown sobre o desenvolvimento sustentável e mudança climática [vimeo]http://vimeo.com/22145866[/vimeo]
Quarta, 08 Dezembro 2010 19:24

Marina Silva em Cancun

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