Viernes, 10 Diciembre 2010 16:59

Media and Climate Change: Implications for Latin America

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By Marion Khamis What do Latin Americans need to tell the media about climate change? Media and Latin America climate change expert James Painter gives us a few hints from one of his latest research projects from COP16 in Cancún. [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=aQyPkNj-SqI[/youtube]
Viernes, 10 Diciembre 2010 15:04

A ciência climática está sendo escutada

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COP16: Filas para pegar uma cópia do texto do Protocolo de Kyoto Photo Mark Malijan Este é um artigo da jornalista convidada Andréa Zenóbio Gunneng, editora-chefe do website Conexão Verde, especializado em mudanças climáticas e comunicação O texto final do Protocolo de Kyoto que será levado à plenária da 16ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP16) hoje a noite ou essa madrugada, acaba de ser liberado. Filas quilométricas estão se formando em frente ao centro de documentação para ter acesso aos dois textos, sendo que o documento que resume as propostas de Cooperação de Longo Prazo ainda não foi liberado. A boa notícia é que as propostas contidas no novo texto do Protocolo de Kyoto se aproximam do que a ciência exige. O documento enumera especificamente uma série de cortes das emissões de gases de efeito estufa (GEE) de 25-40% até 2020, comparado com os níveis de 1990. Além disso, o texto faz uma referência clara ao “gigatonelada gap” (a diferença entre as promessas de redução das emissões dos gases de efeito estufa que estão sobre a mesa, e o que realmente é necessário ser reduzido para salvar o clima) de 2 bilhões de toneladas de CO2 que faltam entre a ambição se de manter o aumento da temperatura global em 2ºC e as promessas que as nações fizeram até hoje. “Além de reconhecer o ‘gigatonelada gap’, o texto incita os países a aumentar seus compromissos de mitigação. Atualmente, as promessas de redução dos países desenvolvidos estão entre 7-14% e para evitar mudanças climáticas perigosas precisamos alcançar 25-40% de cortes”, explica o diretor de políticas climáticas do Greenpeace Internacional, Wendel Trio. “Se esse texto for aprovado, nós avançamos muito mais do que pensávamos que seríamos capazes antes de vir para Cancún”, celebra. A questão agora é se o texto do Protocolo de Kyoto será aprovado na plenária final da COP16 (a que horas irá acontecer, ninguém sabe!). Os principais suspeitos de por todo o jogo a perder são Japão, Rússia e Canadá, que vêm afirmando categoricamente que não irão se comprometer com a segunda fase do Protocolo de Kyoto, que se iniciaria em 2013. Dever de casa petrolífero Uma semana antes do início da COP16, um grupo de empresas da Associação de Petróleo do Japão, entre elas a Shell (e Exxon) enviaram uma carta ao governo daquele país demandando que o Japão tomasse uma posição firme e não aceitasse de maneira alguma qualquer acordo em relação ao Protocolo de Kyoto. O governo japonês está fazendo direitinho seu dever de casa passado pelas empresas de petróleo e arriscando matar o Protocolo de Kyoto – o único documento que o mundo tem obrigando os países ricos a diminuírem suas emissões de GEE. Os países pobres e em desenvolvimento estão super nervosos no último dia da COP16, porque temem que, sem o Kyoto, as promessas que eles colocaram voluntariamente dentro da linha de negociação de Cooperação de Longo Prazo (em inglês, LCA), serão cobradas pelos países ricos. Ou seja, no final das contas, serão os países pobres e em desenvolvimento os responsáveis por combater as mudanças climáticas perigosas.
Domingo, 15 Noviembre 2009 17:08

Climate change begins to bite in Peru

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Al Jazeera reports on how temperatures increases caused by climate change mean that diseases originally only seen in tropical areas are spreading to the Andean mountains: [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=IS5ldxZkfBo&hl=en_GB&fs=1&]
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=d6YpJYjmWZg&hl=en&fs=1]

IPS news agency's Ramesh Jaura speaks with Pamela Cox - World Bank's Vice-President, Latin America and the Caribbean.

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